quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Tá chegando !

Olha aí gente. Não quero fazer terrorismo, mas a crise já está batendo em nossas portas.

A Cia. Vale do Rio Doce anuncia 1.300 demissões e coloca de férias outros 5.500 funcionários. A notícia ainda diz que a maior parte das demissões ocorrerão em Minas Gerais. Tudo isto é conseqüência da crise mundial e da redução de compra de minério da China.

A conseqüência será menos arrecadação do Estado, menor distribuição aos municípios.

Aqui no Reino Encantado já tem empresa fazendo demissões. Uma só já demitiu 50 pessoas.

Felizmente Extrema tem bastante industrias e mais algumas chegando, mas tem cidades que dependem diretamente de uma só empresa.

Portanto, vamos ficar com os pés-atrás. Até a prefeitura poderá ter seu orçamento prejudicado
em função da queda de arrecadação da cidade e do Estado.

Oxalá o Obama assuma logo e consiga reverter estas excpectativas ruins. Afinal, o mundo é o mesmo, a população mundial é a mesma, as economias são as mesmas, o consumo continua a ser uma necessidade. O que aconteceu para dar neste baita nó ? As moedas são as mesmas. Aliás, tem até muito mais. Só os USA "jogaram" no mercado 800 bilhões de dólares. Até o nosso Brasilzinho do Lula já botou no mercado mais de 100 bilhões de reais.

Se estamos tendo menor consumo e este tantão de dinheiro foi injetado no mercado alguma coisa deverá acontecer. E de bom. Vamos ser otimistas, fazer um bom natal, mesmo que humilde, e abrir um chapagne ou uma cidra desejando-nos um novo ano com muito trabalho e dinheiro no bolso.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Botando as barbas de molho.

Chegou ao meu conhecimento um fato que ainda vai dar muito o que falar. O Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais condenou os vereadores da legislatura 2001/2004 a devolverem aos cofres estaduais cerca de R$ 11.000,00 cada um, e R$ 18.000,00 a Presidente da Câmara da época.

E isto, olhem o detalhe, por força de salários recebidos indevidamente.

Aí, temos que analisar o caso dos salários dos vereadores desta legislatura que se encerra.
Existe um processo e mais cedo ou mais tarde o Tribunal de Contas do Estado irá se manifestar
e não tenho dúvidas de que todos terão que devolver o que receberam indevidamente. E com uma agravante: Mais juros e correção monetária, que como bola de neve irá fazer o "embrulho" crescer mais ainda.

Faço estes comentários tendo em vista uma decisão recente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais ( 1ª Câmara Cível) que considerou válida as certidões emitidas pelo Tribunal de Contas contra o Presidente da Câmara Municipal de Abaeté-MG responsabilizando-o pelo prejuízo causado aos cofres municipais pelo pagamento indevido de salários irregulares aos vereadores.

Palavras do relator: " O presidente da Câmara é o responsável pelo dinheiro e bens públicos, sendo também o responsável pelo pagamento de todos os membros da Câmara "

Isto posto, tanto nossa cara vereadora Iolanda, Presidente da Câmara na legislatura 2001/2004,
Presidente também na legislatura 2004/2008 bem como o vereador Euizer, Presidente nesta atual legislatura, devem colocar as barbas de molho.

Os salários pagos a mais nesta legislatura podem acabar sendo de responsabilidade dos mesmos.

Não custa lembrar meu conselho: Um TAC-Termo de Ajuste de Conduta na época e o parcelamento da dívida teria sido a melhor opção, mas optou-se por uma defesa jurídica.

Os exemplos estão aí. Mais dia, menos dia, a dívida vai aparecer e que não pagar poderá ter bens penhorados. Como d~igo: Não basta querer ser vereador, tem que saber ser.

Fica o alerta para os recém-eleitos que tomarão posse em janeiro.

A "Bolsa" ou os micos !

Quero aproveitar este espaço para escrever sobre a crise financeira que está afetando o mundo inteiro.Se tem uma área que, assim como os economistas, não estou entendendo nada é Economia. Além do mais, bolsa de valores é um local em que pretendo passar bem longe, depois da experiência que tive há uns 20 anos. Sim, meus poucos mas bons leitores, este velho blogueiro já foi vítima da ganância de ganhar dinheiro fácil, na década de 80, em um período em que, a exemplo do primeiro semestre deste ano, o mercado de ações também estava "bombando".

Resultado: deixei na "Bolsa" uma suada economia de mais de 5 anos de trabalho.Depois disso, nunca mais me atrevi a participar desse jogo em que, no final das contas, quem acaba ganhando fortunas, surrupiadas dos cardumes de pequenos investidores, são os peixes grandes.

O princípio da bolsa de valores até que é legítimo: você compra ações de uma empresa. Com isso, a ajuda a capitalizar-se e a investir na produção. Depois, participa dos lucros oriundos desse processo.

Na prática, porém, como dizia o Joelmir Betting, a teoria é outra. Quem acaba ganhando dinheiro, mesmo, são especuladores como Daniel Dantas, Naji Nahas, George Soros, entre outros menos famosos mas nem por isso menos espertos. Outro dia, o jornalista Ricardo Boechat definiu bem esses senhores: Piratas de Wall-Street. Manipulam o preço das ações e desvirtuam a proposta original desse mercado: é a especulação em detrimento da produção.

Muitos de vocês já devem ter recebido pela Internet um divertido e esclarecedor e-mail de autor desconhecido, explicando como funciona, no fim das contas, a bolsa de valores.Recebi vários, com algumas variantes. Em alguns, os protagonistas são macacos. Em outros, burros. E assim por diante. A narrativa, entretanto, é sempre a mesma.

Como a achei bem esclarecedora, resolvi, então, abordar a crise financeira e reproduzir, aqui, em caráter educativo, a tal história. Preferi a versão ilustrada por micos.

Era uma vez um pequeno vilarejo do Interior. Certo dia, apareceu ali um homem bem vestido, simpático, anunciando aos aldeões que compraria micos a R$ 10,00 cada um. Iniciou-se, então, a caça aos micos da região. Em uma semana, o visitante já havia comprado mais de cem micos.

Como agora havia ficado mais difícil achar esses irriquietos macaquinhos na floresta, o homem anunciou que passaria a pagar R$ 20,00 por cabeça. Conseguiu mais alguns pequenos símios, até que ficou praticamente impossível encontrar mais micos nas redondezas.

O investidor, então, anunciou que iria à capital e voltaria na semana seguinte. E que, ao retornar, pagaria R$ 50,00 por cada novo mico encontrado. Seu assistente ficou tomando conta dos animais já comprados. No entanto, na ausência do patrão, o assistente fez a seguinte oferta aos aldeões: ele lhes venderia todos aqueles micos por R$ 30,00 cada um e, daí, quando seu patrão voltasse, os aldeões os revenderiam a ele por R$ 50,00.

Obviamente, todos aceitaram a sedutora oferta. E nunca mais viram o investidor nem seu assistente. Só micos, por todos os lados.

Quero aproveitar este espaçopara escrever sobre a crise financeira que está afetando o mundo inteiro.Se tem uma área que, assim como os economistas, não estou entendendo nada é Economia. Além do mais, bolsa de valores é um local em que pretendo passar bem longe, depois da experiência que tive há uns 20 anos. Sim, meus poucos mas bons leitores, este velho blogueiro já foi vítima da ganância de ganhar dinheiro fácil, na década de 80, em um período em que, a exemplo do primeiro semestre deste ano, o mercado de ações também estava "bombando".

Resultado: deixei na "Bolsa" uma suada economia de mais de 5 anos de trabalho, que tinha reservado para rocar de carro naquele ano, mais um décimo-terceiro salário inteirinho.Depois disso, nunca mais atreveu-se a participar desse jogo em que, no final das contas, quem acaba ganhando fortunas, surrupiadas dos cardumes de pequenos investidores, são os peixes grandes.

O princípio da bolsa de valores até que é legítimo: você compra ações de uma empresa. Com isso, a ajuda a capitalizar-se e a investir na produção. Depois, participa dos lucros oriundos desse processo.

Na prática, porém, como dizia o Joelmir Betting, a teoria é outra. Quem acaba ganhando dinheiro, mesmo, são especuladores como Daniel Dantas, Naji Nahas, George Soros, entre outros menos famosos mas nem por isso menos espertos. Outro dia, o jornalista Ricardo Boechat definiu bem esses senhores: Piratas de Wall-Street. Manipulam o preço das ações e desvirtuam a proposta original desse mercado: é a especulação em detrimento da produção.

Muitos de vocês já devem ter recebido pela Internet um divertido e esclarecedor e-mail de autor desconhecido, explicando como funciona, no fim das contas, a bolsa de valores.Recebi vários, com algumas variantes. Em alguns, os protagonistas são macacos. Em outros, burros. E assim por diante. A narrativa, entretanto, é sempre a mesma.

Como a achei bem esclarecedora, resolvi, então, abordar a crise financeira e reproduzir, aqui, em caráter educativo, a tal história. Preferi a versão ilustrada por micos.

Era uma vez um pequeno vilarejo do Interior. Certo dia, apareceu ali um homem bem vestido, simpático, anunciando aos aldeões que compraria micos a R$ 10,00 cada um. Iniciou-se, então, a caça aos micos da região. Em uma semana, o visitante já havia comprado mais de cem micos.

Como agora havia ficado mais difícil achar esses irriquietos macaquinhos na floresta, o homem anunciou que passaria a pagar R$ 20,00 por cabeça. Conseguiu mais alguns pequenos símios, até que ficou praticamente impossível encontrar mais micos nas redondezas.

O investidor, então, anunciou que iria à capital e voltaria na semana seguinte. E que, ao retornar, pagaria R$ 50,00 por cada novo mico encontrado. Seu assistente ficou tomando conta dos animais já comprados. No entanto, na ausência do patrão, o assistente fez a seguinte oferta aos aldeões: ele lhes venderia todos aqueles micos por R$ 30,00 cada um e, daí, quando seu patrão voltasse, os aldeões os revenderiam a ele por R$ 50,00.

Obviamente, todos aceitaram a sedutora oferta. E nunca mais viram o investidor nem seu assistente. Só micos, por todos os lados.

Quero aproveitar este espaçopara escrever sobre a crise financeira que está afetando o mundo inteiro.Se tem uma área que, assim como os economistas, não estou entendendo nada é Economia. Além do mais, bolsa de valores é um local em que pretendo passar bem longe, depois da experiência que tive há uns 20 anos. Sim, meus poucos mas bons leitores, este velho blogueiro já foi vítima da ganância de ganhar dinheiro fácil, na década de 80, em um período em que, a exemplo do primeiro semestre deste ano, o mercado de ações também estava "bombando".

Resultado: deixei na "Bolsa" uma suada economia de mais de 5 anos de trabalho,que tinha reservado para trocar de carro naquele ano, mais um décimo-terceiro salário inteirinho.Depois disso, nunca mais atreveu-se a participar desse jogo em que, no final das contas, quem acaba ganhando fortunas, surrupiadas dos cardumes de pequenos investidores, são os peixes grandes.

O princípio da bolsa de valores até que é legítimo: você compra ações de uma empresa. Com isso, a ajuda a capitalizar-se e a investir na produção. Depois, participa dos lucros oriundos desse processo.

Na prática, porém, como dizia o Joelmir Betting, a teoria é outra. Quem acaba ganhando dinheiro, mesmo, são especuladores como Daniel Dantas, Naji Nahas, George Soros, entre outros menos famosos mas nem por isso menos espertos. Outro dia, o jornalista Ricardo Boechat definiu bem esses senhores: Piratas de Wall-Street. Manipulam o preço das ações e desvirtuam a proposta original desse mercado: é a especulação em detrimento da produção.

Muitos de vocês já devem ter recebido pela Internet um divertido e esclarecedor e-mail de autor desconhecido, explicando como funciona, no fim das contas, a bolsa de valores.Recebi vários, com algumas variantes. Em alguns, os protagonistas são macacos. Em outros, burros. E assim por diante. A narrativa, entretanto, é sempre a mesma.

Como a achei bem esclarecedora, resolvi, então, abordar a crise financeira e reproduzir, aqui, em caráter educativo, a tal história. Preferi a versão ilustrada por micos.

Era uma vez um pequeno vilarejo do Interior. Certo dia, apareceu ali um homem bem vestido, simpático, anunciando aos aldeões que compraria micos a R$ 10,00 cada um. Iniciou-se, então, a caça aos micos da região. Em uma semana, o visitante já havia comprado mais de cem micos.

Como agora havia ficado mais difícil achar esses irriquietos macaquinhos na floresta, o homem anunciou que passaria a pagar R$ 20,00 por cabeça. Conseguiu mais alguns pequenos símios, até que ficou praticamente impossível encontrar mais micos nas redondezas.

O investidor, então, anunciou que iria à capital e voltaria na semana seguinte. E que, ao retornar, pagaria R$ 50,00 por cada novo mico encontrado. Seu assistente ficou tomando conta dos animais já comprados. No entanto, na ausência do patrão, o assistente fez a seguinte oferta aos aldeões: ele lhes venderia todos aqueles micos por R$ 30,00 cada um e, daí, quando seu patrão voltasse, os aldeões os revenderiam a ele por R$ 50,00.

Obviamente, todos aceitaram a sedutora oferta. E nunca mais viram o investidor nem seu assistente. Só micos, por todos os lados.

Quero aproveitar este espaçopara escrever sobre a crise financeira que está afetando o mundo inteiro.Se tem uma área que, assim como os economistas, não estou entendendo nada é Economia. Além do mais, bolsa de valores é um local em que pretendo passar bem longe, depois da experiência que tive há uns 20 anos. Sim, meus poucos mas bons leitores, este velho blogueiro já foi vítima da ganância de ganhar dinheiro fácil, na década de 80, em um período em que, a exemplo do primeiro semestre deste ano, o mercado de ações também estava "bombando".

Resultado: deixei na "Bolsa" uma suada economia de mais de 5 anos de trabalho.Depois disso, nunca mais atreveu-se a participar desse jogo em que, no final das contas, quem acaba ganhando fortunas, surrupiadas dos cardumes de pequenos investidores, são os peixes grandes.

O princípio da bolsa de valores até que é legítimo: você compra ações de uma empresa. Com isso, a ajuda a capitalizar-se e a investir na produção. Depois, participa dos lucros oriundos desse processo.

Na prática, porém, como dizia o Joelmir Betting, a teoria é outra. Quem acaba ganhando dinheiro, mesmo, são especuladores como Daniel Dantas, Naji Nahas, George Soros, entre outros menos famosos mas nem por isso menos espertos. Outro dia, o jornalista Ricardo Boechat definiu bem esses senhores: Piratas de Wall-Street. Manipulam o preço das ações e desvirtuam a proposta original desse mercado: é a especulação em detrimento da produção.

Muitos de vocês já devem ter recebido pela Internet um divertido e esclarecedor e-mail de autor desconhecido, explicando como funciona, no fim das contas, a bolsa de valores.Recebi vários, com algumas variantes. Em alguns, os protagonistas são macacos. Em outros, burros. E assim por diante. A narrativa, entretanto, é sempre a mesma.

Como a achei bem esclarecedora, resolvi, então, abordar a crise financeira e reproduzir, aqui, em caráter educativo, a tal história. Preferi a versão ilustrada por micos.

Era uma vez um pequeno vilarejo do Interior. Certo dia, apareceu ali um homem bem vestido, simpático, anunciando aos aldeões que compraria micos a R$ 10,00 cada um. Iniciou-se, então, a caça aos micos da região. Em uma semana, o visitante já havia comprado mais de cem micos.

Como agora havia ficado mais difícil achar esses irriquietos macaquinhos na floresta, o homem anunciou que passaria a pagar R$ 20,00 por cabeça. Conseguiu mais alguns pequenos símios, até que ficou praticamente impossível encontrar mais micos nas redondezas.

O investidor, então, anunciou que iria à capital e voltaria na semana seguinte. E que, ao retornar, pagaria R$ 50,00 por cada novo mico encontrado. Seu assistente ficou tomando conta dos animais já comprados. No entanto, na ausência do patrão, o assistente fez a seguinte oferta aos aldeões: ele lhes venderia todos aqueles micos por R$ 30,00 cada um e, daí, quando seu patrão voltasse, os aldeões os revenderiam a ele por R$ 50,00.

Obviamente, todos aceitaram a sedutora oferta. E nunca mais viram o investidor nem seu assistente. Só micos, por todos os lados.

Quero aproveitar este espaçopara escrever sobre a crise financeira que está afetando o mundo inteiro.Se tem uma área que, assim como os economistas, não estou entendendo nada é Economia. Além do mais, bolsa de valores é um local em que pretendo passar bem longe, depois da experiência que tive há uns 20 anos. Sim, meus poucos mas bons leitores, este velho blogueiro já foi vítima da ganância de ganhar dinheiro fácil, na década de 80, em um período em que, a exemplo do primeiro semestre deste ano, o mercado de ações também estava "bombando".

Resultado: deixou na Bovespa uma suada economia que tinha reservado para trocar de carro naquele ano, mais um décimo-terceiro salário inteirinho.Depois disso, nunca mais atreveu-se a participar desse jogo em que, no final das contas, quem acaba ganhando fortunas, surrupiadas dos cardumes de pequenos investidores, são os peixes grandes.

O princípio da bolsa de valores até que é legítimo: você compra ações de uma empresa. Com isso, a ajuda a capitalizar-se e a investir na produção. Depois, participa dos lucros oriundos desse processo.

Na prática, porém, como dizia o Joelmir Betting, a teoria é outra. Quem acaba ganhando dinheiro, mesmo, são especuladores como Daniel Dantas, Naji Nahas, George Soros, entre outros menos famosos mas nem por isso menos espertos. Outro dia, o jornalista Ricardo Boechat definiu bem esses senhores: Piratas de Wall-Street. Manipulam o preço das ações e desvirtuam a proposta original desse mercado: é a especulação em detrimento da produção.

Muitos de vocês já devem ter recebido pela Internet um divertido e esclarecedor e-mail de autor desconhecido, explicando como funciona, no fim das contas, a bolsa de valores.Recebi vários, com algumas variantes. Em alguns, os protagonistas são macacos. Em outros, burros. E assim por diante. A narrativa, entretanto, é sempre a mesma.

Como a achei bem esclarecedora, resolvi, então, abordar a crise financeira e reproduzir, aqui, em caráter educativo, a tal história. Preferi a versão ilustrada por micos.

Era uma vez um pequeno vilarejo do Interior. Certo dia, apareceu ali um homem bem vestido, simpático, anunciando aos aldeões que compraria micos a R$ 10,00 cada um. Iniciou-se, então, a caça aos micos da região. Em uma semana, o visitante já havia comprado mais de cem micos.

Como agora havia ficado mais difícil achar esses irriquietos macaquinhos na floresta, o homem anunciou que passaria a pagar R$ 20,00 por cabeça. Conseguiu mais alguns pequenos símios, até que ficou praticamente impossível encontrar mais micos nas redondezas.

O investidor, então, anunciou que iria à capital e voltaria na semana seguinte. E que, ao retornar, pagaria R$ 50,00 por cada novo mico encontrado. Seu assistente ficou tomando conta dos animais já comprados. No entanto, na ausência do patrão, o assistente fez a seguinte oferta aos aldeões: ele lhes venderia todos aqueles micos por R$ 30,00 cada um e, daí, quando seu patrão voltasse, os aldeões os revenderiam a ele por R$ 50,00.

Obviamente, todos aceitaram a sedutora oferta. E nunca mais viram o investidor nem seu assistente. Só micos, por todos os lados.